Hoje é Quinta-feira

16 Janeiro 2020 Escrito por Thiago Miranda Cultura Maçônica 468
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O EXERCÍCIO DA AUTOCRÍTICA

 

 

O processo da autocrítica é fundamental. Logo, a crítica à vida de outrem, é um comportamento desnecessário.

 

Viver-se, a inquietar, com a vida alheia é desmazelar-se da própria conduta, e isso não deve ser confundido com o livre arbítrio.

 

Cada um tem o direito de ser, fazer e pensar como melhor lhe prouver, afinal, está é a concretização do verdadeiro livre arbítrio.

 

Se, no labor maçônico, você muito tem trabalhado e seu Irmão pouco tem feito, não o condene, não o reprove e não o julgue, simplesmente trabalhe mais e ele, naturalmente observando o seu impulso mudará de comportamento e, caso isso não aconteça, o problema não será seu, e sim, dele.

 

Se um indivíduo por acaso, lhe pede a opinião sobre uma pessoa ausente, reflita. ‘’Talvez’’, você tenha duas únicas opções. A primeira delas é que, você deve evidenciar as qualidades do ausente ou, como segunda opção, exercite o silêncio.

 

A crítica só é válida quando elaborada com carinho, com prudência, com responsabilidade, com diligência, com zelo, com cuidado, olhando-se nos olhos daquele que, tem/teria o direito de receber à avaliação, para que ele tenha certeza de que, seu objetivo é ajudar e não difamar ou desonrar.

 

Dessa forma, antes de julgar impiedosamente o seu Irmão, pense que, caso estivesse você no lugar dele, poderia fazer pior.

 

Ademais, no final de tudo, cada um buscará sua alegria da maneira que lhe achar oportuno e adequado.

 

 

Finalmente, quem é você para determinar algo na vida de alguém?  

 

Thiago Alves Miranda, é Membro efetivo vitalício da Academia Tocantinense Maçônica de Letras - ATML – Ocupante da cadeira no 8.

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Texto originalmente publicado em 21 de abril de 2019.